Atlético-MG empata com a Chapecoense na Arena MRV e perde chance de subir
O Atlético-MG empatou por 1 a 1 com a Chapecoense neste sábado, 19 de setembro, na Arena MRV, pela 28ª rodada do Brasileirão. Túlio Eduardo abriu o placar, e Mateo Cassierra igualou no segundo tempo, encerrando uma série de 19 jogos sem gols.
Atlético-MG e Chapecoense empataram por 1 a 1 neste sábado, 19 de setembro de 2026, na Arena MRV, em Belo Horizonte, pela 28ª rodada do Campeonato Brasileiro. Túlio Eduardo colocou os catarinenses em vantagem aos 43 minutos do primeiro tempo, e Mateo Cassierra deixou tudo igual aos 23 da etapa final.
O resultado frustrou o time mineiro, que atuou diante de 35.844 torcedores, teve maior posse de bola e acumulou chances, mas não conseguiu transformar o domínio em vitória. O Galo chegou aos 40 pontos e permaneceu em sétimo; a Chapecoense, ainda na última colocação, foi a 18 pontos.
Principais pontos
- Túlio Eduardo abriu o placar para a Chapecoense aos 43 minutos do primeiro tempo.
- Cassierra empatou aos 23 minutos da etapa final, após cruzamento de Bernard.
- O Atlético-MG teve 66% de posse de bola e 11 finalizações no alvo.
- O Galo segue em sétimo lugar, com 40 pontos, após 28 rodadas.
- A Chapecoense continua na lanterna, com 18 pontos, mas somou fora de casa.
- Cassierra encerrou um jejum de 19 partidas sem marcar.
Pressão atleticana não virou vantagem no placar
O Atlético-MG iniciou a partida impondo ritmo, ocupando o campo ofensivo e buscando finalizações desde os primeiros minutos. Alexsander acertou o travessão logo no começo do confronto e também teve um gol anulado por impedimento. A equipe mineira controlava a posse, mas encontrava dificuldade para superar a defesa compacta da Chapecoense.
A equipe catarinense suportou a pressão, reduziu os espaços próximos à área e aproveitou melhor a oportunidade que teve antes do intervalo. Aos 43 minutos, a jogada construída pelo lado direito terminou com Túlio Eduardo em condição de finalizar e abrir o marcador na Arena MRV.
O cenário do primeiro tempo acentuou a responsabilidade do Atlético após o intervalo. Com a desvantagem, o time voltou a aumentar o volume ofensivo, enquanto a Chapecoense passou a defender uma vantagem importante para quem iniciou a rodada na última posição da tabela.
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Cassierra marca e encerra longa sequência sem gols
As mudanças ofensivas deram novo impulso ao Atlético-MG no segundo tempo. Renan Lodi, Dudu e Cassierra entraram ao longo da etapa, e o empate saiu aos 23 minutos: Bernard avançou pela esquerda e cruzou para o colombiano concluir a jogada.
O gol teve peso especial para Cassierra. Ele não balançava as redes desde 10 de maio, no empate por 1 a 1 com o Botafogo, e havia alcançado 19 jogos sem marcar, a maior sequência negativa de sua carreira. Com o gol diante da Chapecoense, chegou a seis tentos em 41 partidas pelo clube na temporada.
Após o jogo, o atacante relatou o impacto do período de baixa. A reação individual, porém, não foi suficiente para aliviar a frustração coletiva pela igualdade em casa.
Atlético-MG x Chapecoense: placar, gols e números do jogo
| Item | Atlético-MG | Chapecoense |
|---|---|---|
| Placar final | 1 | 1 |
| Gols | Cassierra, 23 min do 2º tempo | Túlio Eduardo, 43 min do 1º tempo |
| Posse de bola | 66% | 34% |
| Finalizações no alvo | 11 | 1 |
| Escanteios | 10 | 2 |
| Classificação após o jogo | 7º, 40 pontos | 20º, 18 pontos |
Volume ofensivo evidencia problema de eficiência
Os números ajudam a explicar a leitura de tropeço para o lado alvinegro. O Atlético-MG terminou a partida com 66% de posse de bola, 10 escanteios e 11 finalizações no alvo, contra 34% de posse, dois escanteios e uma finalização certa da Chapecoense.
Além do travessão de Alexsander e do gol anulado, o Galo viu uma tentativa de Fred ser tirada em cima da linha por Dudu. Foram 151 ataques atleticanos, sendo 91 classificados como perigosos, diante de 67 ataques e 28 ações perigosas da equipe visitante.
O relato oficial do clube detalha o volume construído na partida e confirma a igualdade no placar em balanço do empate entre Atlético-MG e Chapecoense. A disparidade estatística não alterou o dado mais relevante: cada lado saiu com um ponto.
“Fiquei muito tempo sem marcar. Obviamente, quando eu comecei a entrar, antes não conseguia marcar, começaram as cobranças. Foi um tempo muito difícil. Meus companheiros sempre estão me apoiando, minha família, o pessoal aqui no clube.”
— Mateo Cassierra, atacante do Atlético-MG
Chapecoense resiste e conquista ponto valioso fora
Para a Chapecoense, o empate tem significado distinto. A equipe chegou a Belo Horizonte como lanterna, com 17 pontos, e enfrentou um adversário que precisava vencer para ganhar terreno na disputa pelas posições mais altas do Brasileirão. A proposta reativa funcionou em grande parte da partida.
O time catarinense foi eficiente ao abrir o placar no fim do primeiro tempo e manteve concentração defensiva depois do empate. Dudu teve participação nos dois extremos do campo: ajudou na construção da jogada que resultou no gol de Túlio Eduardo e, na defesa, evitou um gol do Atlético ao cortar uma finalização em cima da linha.
A leitura da equipe visitante sobre a partida está registrada no comunicado da Chapecoense sobre o empate na Arena MRV. O ponto não retira o clube da 20ª colocação, mas oferece fôlego competitivo para a sequência da luta contra o rebaixamento.
Público, tabela e arbitragem do confronto
A Arena MRV recebeu 35.844 torcedores e registrou renda de R$ 1.865.150,25. De acordo com o Atlético-MG, 11.257 pessoas presentes no estádio vivenciaram a primeira experiência no local. A boa presença de público contrastou com o desfecho abaixo da expectativa para os mandantes.
Com o empate, o Galo foi a 40 pontos, mantendo a sétima posição ao término de sua partida. A Chapecoense chegou a 18 pontos e permaneceu em 20º. A arbitragem foi de Raphael Claus, de São Paulo, auxiliado por Danilo Ricardo Simon Manis, também de São Paulo, e Maira Mastella Moreira, do Rio Grande do Sul. Alexandre Vargas Tavares de Jesus, do Rio de Janeiro, foi o responsável pelo VAR.
- Atlético-MG: 40 pontos, 7º lugar.
- Chapecoense: 18 pontos, 20º lugar.
- Público: 35.844 torcedores.
- Renda: R$ 1.865.150,25.
Agenda prevê pausa e compromissos importantes
O Atlético-MG terá um intervalo até seu próximo compromisso oficial. O time volta a campo em 3 de outubro, sábado, às 18h30, quando recebe o Red Bull Bragantino na Arena MRV em jogo adiado do Campeonato Brasileiro. A referência à rodada da partida adiada varia entre os registros divulgados, mas a data, o horário e o adversário foram informados pelo clube.
A Chapecoense fará antes um amistoso carregado de simbolismo. Em 26 de setembro, a equipe enfrenta o Atlético Nacional no Estádio Atanasio Girardot, em Medellín, em homenagem às vítimas do acidente aéreo de 2016. Pelo Brasileirão, o próximo desafio catarinense será contra o Vitória, no Barradão, em 7 de outubro, quarta-feira, às 20h.
Para o Atlético, a missão será recuperar pontos em casa e melhorar a conversão das chances. Para a Chapecoense, o desafio permanece sendo transformar atuações competitivas e resultados pontuais em uma sequência capaz de reduzir a distância na parte inferior da classificação.
Empate aumenta a cobrança pela reação alvinegra
O 1 a 1 deixa o Atlético-MG com a sensação de oportunidade desperdiçada. O desempenho territorial e a quantidade de chegadas à área não renderam os três pontos contra o último colocado, em uma fase da competição em que a regularidade tende a definir a corrida por vagas continentais.
Cassierra deixa o gramado com o alívio de ter encerrado seu jejum, mas o próximo duelo contra o Red Bull Bragantino exigirá uma resposta mais completa do Galo. A Chapecoense, por sua vez, leva de Belo Horizonte um ponto que precisa servir como impulso para a reta final da campanha contra o rebaixamento.
Referências
- Galo empata com a Chapecoense na Arena MRV (Clube Atlético Mineiro)
- Jogando fora de casa, Chapecoense empata em 1 a 1 diante do Atlético-MG (Chapecoense)
- Atlético-MG sai atrás, empilha chances e só empata com a Chapecoense (UOL)
- Atlético-MG tropeça em casa e empata com a lanterna Chapecoense (iG/Jogada10)
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Editor-chefe do Patinhar. Coordena a pauta de tecnologia e tutoriais, revisa cada publicação antes de ir ao ar e responde pelas correções e atualizações do conteúdo.
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